modelos escolares

3 Modelos escolares de sucesso no mundo.

Aplicar modelos escolares pedagógicos de sucesso como referência é uma ótima maneira para otimizar os setores da sua instituição. Dessa forma, gestores conseguem ter noções práticas dos resultados positivos de outras instituições e analisam o que podem aprimorar nas suas.

O modelo de educação mais tradicional está cada vez mais ultrapassado: alunos em carteiras individuais enfileiradas, aulas expositivas, professores centralizados e provas para avaliação de desempenho. Isso já não é tão eficiente, pois com a chegada de equipamentos e novas teorias educacionais, modelos de educação são desenvolvidos e ganham espaço nas escolas do Brasil e do mundo.

Por isso, separamos três modelos escolares de êxito  internacional para que você possa utilizar como referência. Esses modelos não servem apenas para novas escolas, mas também para adequar o ensino das já existentes. Esperamos que vocês consigam se inspirar e mergulhar ainda mais nesse mundo da educação!

1- Orestad Gymnasium, modelo escolar da Dinamarca.

A estrutura física e a arquitetura já evidenciam que essa é uma escola inovadora. Organizada em torno de uma escada central, essa escola na Dinamarca conta com um edifício de planta livre. Nele, as salas de aula podem ser tanto as de modelo tradicional quanto em círculos nas coberturas das salas.

Diante deste cenário de inovação, a metodologia de ensino, em sua maior parte, é feita através de atividades práticas e desafios que são resolvidos em pequenos grupos.

Além disso, cadernos, papéis e livros são elementos do passado dentro desse modelo escolar, pois, alunos e professores utilizam ferramentas tecnológicas para potencializar o processo de ensino-aprendizagem.

Orestad Gymnasium - Dinamarca

2- Escuela de La Nueva Cultura La Cecilia, modelo escolar Argentino.

Diferente do habitual, esta escola não prepara os alunos para ingressar na Universidade ou para o mercado de trabalho. O objetivo dela é preparar os estudantes para enfrentarem os desafios que a vida cotidiana impõe. Além de todos os aspectos dessa metodologia diferenciada, não há turmas separadas por idade. A alimentação oferecida é vegetariana e os diretores da escola moram no próprio campus.

Ademais, as aulas são abertas e em ambientes aconchegantes e próximos à natureza. Os alunos definem o próprio currículo de acordo com as suas escolhas individuais. Com isso, o objetivo da escola é atuar na transformação pessoal e social dos estudantes, impactando toda a sociedade ao seu redor.

escuela de la nueva cultura la cecilia

3- Núcleo Avançado de Educação (NAVE)

Você já pode até conhecer esta escola inovadora. Localizada em Recife, Pernambuco, seu foco é na educação profissional e no desenvolvimento da criatividade. Para isso, ela une o ensino médio tradicional ao profissionalizante na área de mídias digitais. Assim, há a oferta de cursos como Multimídia, Programação de Jogos Digitais e Roteiro para Mídias Digitais aos alunos.

Além do curso técnico, os alunos têm a oportunidade de atuar como pesquisadores dentro da NAVE, o que estimula a criatividade e a capacidade de solução de problemas. Isso posto, os estudantes saem com uma formação técnica alinhada às demandas e necessidades da Era Digital.

NAVE

Por fim, ainda existem diversos modelos educacionais. Apenas citamos alguns para inspirar você! Escrevemos um post aqui no blog falando sobre o tão renomado ensino na Finlândia. O sucesso da educação na Finlândia.

recepção escolar

Recepção escolar: a porta de entrada da sua instituição

É fato que a recepção é o primeiro ponto de contato entre os alunos, pais e a instituição. Ou seja, é a partir desta comunicação que o seu cliente tem suas primeiras impressões sobre a sua instituição. Por isso, a recepção tem um papel de grande importância para garantir que a sua imagem seja transmitida de forma positiva.

Uma boa estrutura de recepção escolar é fundamental para a captação de novos alunos. Além, de ajudar a manter os que já fazem parte da sua instituição. É por esse espaço que, normalmente, as pessoas entram na sua escola. Por isso, é fundamental garantir que a experiência seja positiva e garanta a conquista de quem chega pela primeira vez. Com isso, o espaço precisa refletir a qualidade do ensino e do atendimento que sua instituição educacional oferece.

A importância da recepção escolar.

Muitas instituições focam em reformar ou construir espaços como salas de aula, áreas externas e pátios. E esquecem da recepção. Óbvio que essas áreas citadas possuem muita importância. Mas, quando se trata de uma escola, por exemplo, tudo precisa estar em harmonia. Desde a recepção, até o refeitório. Ou seja, é o mesmo ditado de que o conteúdo do livro é importante, mas a capa que chama a atenção. As pessoas precisam se sentir confortáveis, acolhidas e bem recebidas, quando entram na sua instituição.

O primeiro contato com seu possível cliente vai dizer muito sobre como será essa relação. Pode ter certeza que, “a primeira impressão é a que fica”. Por isso, a recepção escolar bem estruturada é importante. Pois, uma boa imagem inicial passa credibilidade e gera confiança. Além disso, a recepção escolar serve para dar apoio diário a quem visita a escola. Não é apenas para o primeiro contato. Mas também, para ajudar na organização e na facilidade de obter informações.

Recepção da Maple Bear – Projeto realizado pelo Ateliê Urbano.

Recepção escolar e sua estrutura.

Bom, a recepção é um local onde as pessoas buscam por informações, aguardam seus filhos ou serve de passagem para o interior da escola. O CPV  na imagem abaixo, é um exemplo de recepção por onde os alunos passam todos os dias.

Visto isso, é necessário que a arquitetura do local atenda a essas necessidades. Precisa ser um local com uma boa iluminação, cores claras no piso e nas paredes – pois deixa o local parecendo maior -, balcões para atendimento e poltronas confortáveis.

Algumas recepções, também abrigam salas coorporativas, como secretaria e coordenação. Nesse caso, é interessante que o interior delas siga o mesmo padrão de cores e mobiliários da recepção. O que também foi o caso do CPV. Pois, toda essa área precisa estar em harmonia, deixando as pessoas confortáveis e deixando a identidade da instituição gravada na cabeça dela desde o primeiro contato até o último.

Um bônus legal de ter na recepção, é a exposição do trabalho dos alunos de vez em quando (como dá pra ver na imagem abaixo). Dessa forma, quem entrar pela primeira vez, já vai sentir um pouco da metodologia da instituição e verá como os alunos são valorizados por ela. Além dos próprios alunos que vão passar por ali todos os dias e vão poder sentir esse prestígio.

Recepção CPV – Projeto realizado pelo Ateliê Urbano.

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CETRUS-13

As vantagens da escola profissionalizante.

Neste post, vamos falar um pouco sobre a escola profissionalizante e dar algumas dicas para você que está pensando em investir nessa área. A gente fala bastante aqui sobre escolas de ensino básico, mas o Ateliê Urbano é um escritório de arquitetura focado em instituições educacionais. Ou seja, trazemos soluções para qualquer estabelecimento educacional. E, por isso, decidimos falar um pouco desse universo da escola profissionalizante.

Então, o que é uma escola profissionalizante? Nada mais é do que um espaço de ensino que oferece cursos específicos focados no mercado de trabalho. Neles, as pessoas se qualificam ou especializam em uma determinada área de atuação profissional. Ele é curto e voltado para quem quer se atualizar em um assunto específico, mas de forma rápida. O legal é que ele serve tanto para quem já está no mercado como pra quem quer iniciar a sua carreira.

 

 

 

CETRUS – Centro de capacitação. Projeto realizado pelo Ateliê Urbano. 

Quais são as vantagens?

Rapidez.

Esse tipo de ensino é ótimo para quem quer entrar no mercado de trabalho rapidamente, ainda mais no caso do Brasil, que possuí uma grande taxa de desemprego. Ter o diploma de um curso profissionalizante coloca as pessoas na frente e dão mais oportunidade para entrar no mercado de trabalho. E, por ser um curso rápido e específico, faz com que a procura por ele aumente. Além disso, muitos pesquisadores acreditam que no período pós pandemia, a procura por essas instituições tende a crescer.

Baixo custo.

A escola profissionalizante, oferece cursos muito mais baratos do que uma graduação ou ensino técnico, tornando-se assim, uma opção muito mais acessível para os brasileiros. O valor investido sempre é algo que se leva em consideração quando se procura uma recolocação ou inserção rápida no mercado. Portanto, podemos dizer que esse tipo de ensino é muito mais democrático. Além disso, é uma excelente opção para as pessoas com poucos recursos financeiros e que não podem comprometer uma parte da renda familiar.

Foco no mercado de trabalho.

No ensino profissionalizante, o estudante é preparado para que saiba como lidar com os acontecimentos do dia a dia da profissão; sempre de maneira profissional e segura. A formação prática garante ao estudante as habilidades necessárias para que ele faça a diferença, tendo a chance de construir uma carreira de sucesso.

Como estruturar a escola profissionalizante?

Por ser uma instituição de ensino com foco específico, a sua estrutura também precisa seguir essa lógica. Existem itens que são essenciais para colocar nos espaços, como computadores, equipamentos e mobiliário adequado para cada curso. Além disso, necessita-se de salas de aula, uma boa recepção e ambientação, pois os alunos precisam sentir vontade de estudar e permanecer ali.

escola profissionalizante
Equipamentos e espaço de estudos.

Por se tratar de um ensino no qual as pessoas pensam 2 vezes antes de adquirir, o local precisa passar uma boa impressão. Então, as cores e os móveis precisam seguir um padrão. O padrão da marca. Quem entra pela primeira vez, precisa se sentir acolhido e ter a certeza que aquilo irá mudar a sua vida para melhor. Outro ponto importante, é ter um espaço para alimentação no local. Pois, muitos alunos vem direto do trabalho e precisam de um local para se alimentar.

Espaço para alimentação.

Se você gostou desse post, dá uma olhadinha nos nossos outros posts do blog! Abordamos vários temas informativos do universo educacional.

laboratorio escolar

Como montar um laboratório escolar?

Não é de hoje que se discute a necessidade de se aprender na prática. Uma maneira de aplicar isso é através do laboratório escolar. Porém, ele não costuma ser uma prioridade da escola. Mas, despertar o interesse e a curiosidade nos estudantes, é muito importante na qualidade de ensino.

Neste post você vai entender o que é e como funciona um laboratório escolar, essa ferramenta que aproxima conteúdo e prática, tanto no Ensino Fundamental quanto no Médio. Vamos mostrar a sua importância na fixação da teoria multidisciplinar, no desenvolvimento de senso crítico e na habilidade de trabalhar em grupo. E tudo isso, através de um espaço bem construído e planejado na sua escola.

Aprender a teoria na prática com o laboratório escolar.

Normalmente, o conteúdo teórico é apresentado ao aluno em sala e, só depois, como o assunto se relaciona a uma experiência prática. Mas, com um laboratório escolar bem montado, é possível inverter esta lógica e transformar a relação com o aprendizado. Assim, é possível despertar a curiosidade dos alunos.

Nesse cenário, o professor é o mediador que coordena os alunos no processo, levando para a turma assuntos que sejam relevantes para o currículo pedagógico e tenham uma relação com a vida dos jovens. Com isso, espera-se que os estudantes se tornem mais críticos, questionando-se sobre a relação entre causa e consequência (o que acaba sendo comprovado com as experiências no laboratório).

Ou seja, um dos principais benefícios do laboratório escolar é aplicar a teoria de sala de aula de uma maneira mais rápida. Isso faz com que os jovens testem conceitos e formulem ideias sobre determinado assunto de maneira prática. Este espaço geralmente é utilizado por disciplinas das ciências da natureza, mas também é útil para outras áreas do conhecimento.

Importância do trabalho em equipe.

Laboratórios também facilitam a socialização na escola e são uma ótima maneira de desenvolver a habilidade de trabalhar em grupo, assim como a capacidade de liderança. Por isso, os alunos alcançam um resultado graças ao trabalho em equipe.

Com a possibilidade de manuseio de diferentes equipamentos e criação de variadas experiências, cada aluno pode ficar responsável por uma etapa do processo. Assim, conseguem entender a importância de distribuir funções para concluir uma tarefa na companhia dos colegas e sob a supervisão de um tutor. O laboratório também ajuda no desenvolvimento afetivo da turma, por meio de discussões e debates em grupo, sempre com respeito e escuta ativa.

Laboratório escolar: o que é essencial?

Como o laboratório escolar costuma ter objetos frágeis, substâncias que precisam de um armazenamento específico e possibilita a execução de reações químicas durante as aulas, é necessário seguir regras de segurança quanto a estrutura da sala.

Um bom espaço de armazenagem como armários e prateleiras é indispensável. Além disso, precisa ter janelas que garantam uma boa ventilação, pia com água a disposição, mesas e cadeiras para que os alunos tenham espaço para realizar as atividades. Também, é recomendado o uso de paredes brancas ou de cor esmaecida, que ajudam a clarear o local e facilitam a limpeza. Os materiais utilizados devem ter boa resistência (por conta de quedas de equipamento e o uso de materiais químicos e abrasivos) e facilidade de manutenção.

Além disso, o mobiliário deve ter as alturas corretas de forma que mesas e cadeiras facilitem as atividades a serem desenvolvidas. Muitas vezes os alunos trabalham em pé e plataformas de trabalho baixas dificultam os movimentos e podem comprometer a qualidade da experiência.

Finalmente, o laboratório escolar deve conversar com a proposta pedagógica da escola! Ou seja, não adianta fazer um investimento importante num espaço que depois ninguém saberá exatamente como utilizar ou que ficará subutilizado.

Diante disso, é possível entender a importância do projeto de arquitetura na construção do laboratório escolar. O olhar de um especialista consegue entender as reais necessidades da instituição e transformar os desejos e sonhos em espaço construído com qualidade e praticidade.

Agora que você sabe qual a importância do laboratório na escola para o aprendizado, entre em contato com o Ateliê e saiba como transformar o seu espaço.

Biblioteca Escolar

Como é a nova biblioteca escolar?

Hoje, nós vamos conversar sobre a biblioteca escolar. Com certeza, se compararmos aos nossos tempos de escola, você verá como este ambiente mudou. Não só pelo uso da tecnologia, mas também, pela mudança do modo de pensar da nova geração.

A nova biblioteca escolar é parte importante na transformação da educação. E é sobre isto que vamos falar nesse post: como a maneira que ela é projetada influencia nesse processo. Incentivar a leitura continua sendo importante, por isso, é tão necessária a adaptação para diferentes suportes e formatos de aprendizado.

A biblioteca é um espaço além da leitura.

As bibliotecas escolares podem acomodar atividades de ensino variadas. É um local não só de busca de informação, mas também de produção de conhecimento. Tudo isso por meio de atividades em grupo, conectadas e diferentes. A leitura ainda é presente, claro, entretanto na biblioteca escolar também temos estudos coletivos, conversas, debates, apresentações e pesquisas em conjunto.

Portanto, o a sua estrutura também sofreu alterações com o passar do tempo.

Tecnologia na biblioteca escolar.

Cada vez mais os estudantes chegam às escolas com domínio da tecnologia para diversos fins. Então, usá-la como ferramenta na biblioteca, ajuda a ter um ensino mais conectado, divertido e interessante para os alunos.

A tecnologia e a internet, possibilitou novos caminhos de aprendizagem. Um exemplo disso são: audio livros, streaming de vídeos, livros eletrônicos e outros recursos on-line, e essas são ferramentas que os alunos já usam para o seu lazer. Todas estas possibilidades aplicadas podem criar um biblioteca versátil, multiuso.

A tecnologia também permite a ampliação do acervo sem que, necessariamente, seja necessária a ampliação do espaço físico da biblioteca. Assim, o espaço livre aumentou e a criatividade precisa ser acionada para utilizar melhor os metros quadrados extras. O uso de tablets ou livros digitais, facilita permite que vários alunos tenham acesso ao livro de uma vez só. Isso é incrível, não é?

O uso de novos recursos muda a forma de aprender e possibilita aprofundar os conhecimentos. Nesse sentido, a biblioteca tradicional com estantes em fileiras e placas de silêncio, não serve mais. Entra aqui um novo desenho para o espaço da biblioteca escolar.

A arquitetura na biblioteca escolar.

Quando falamos de projetos de arquitetura, sempre levamos em consideração a finalidade do espaço. Entendemos que a a nova biblioteca escolar pode ser divida em diferentes setores. Espaços separados para quem quer estudar com tranquilidade, são necessários. Entretanto a conversa é permitida, as explanações são frequentes e contar histórias é uma atividade bem vinda. Além de usar móveis flexíveis, diferentes formas de se sentar e uma arquitetura aberta e mudanças funcionam muito bem.

Aqui no Ateliê adoramos colocar arquibancadas nas bibliotecas, para que os jovens tenham bastante espaço e interajam entre si. A escolha das mesas, revestimentos e cores também são importantes. São elas que vão ajudar a deixar o ambiente mais aconchegante e divertido. Dessa forma, mostramos que ali a interação é desejada. A biblioteca escolar precisa ser uma porta aberta para sonhos e muito aprendizado.

É preciso mudar.

Acho que ficou claro o quanto a biblioteca escola tem mudado al longo dos anos, entretanto sabemos que nem sempre o espaço muda com a mesma velocidade.

E aqui deixamos uma pergunta, como está o espaço da sua biblioteca? Ela ainda é tratada somente como um espaço de leitura? Ainda abriga uma séria de livros e enciclopédias pesadas com informações desatualizadas?

Que tal repensar este espaço tão importante e tão significativo dentro do ideário do que é uma escola? A biblioteca escolar certamente não vai morrer, mas a sua modernização é urgente e importantíssima na nova era da digitalização do ensino híbrido.

Nossa equipe é apaixonada em transformar bibliotecas escolares,  e sempre criamos soluções incríveis e personalizadas para a sua instituição. Corre no nosso  Instagram.  , lá sempre mostramos nossos projetos e, claro, as bibliotecas também estão por lá.

E se deseja adaptar a sua biblioteca, entre em contato conosco! Vamos adorar ajudar e trazer ótimas soluções para você!

Tecnologia na escola

Tecnologia na escola: como ter uma escola mais atualizada.

A tecnologia na escola já devia ser uma realidade. Devemos estar sempre atualizados as mudanças na forma relacionar, comunicar, ensinar e aprender. Escolas bem administradas e atentas estão tendo um aprendizado muito mais eficaz.

A escola precisa ajudar a construir cidadãos prontos para a nova era da informação. Pois, irá acompanhá-los por toda vida acadêmica e profissional.

Usar a tecnologia nas escolas, possibilita o acesso a informação muito mais rápido. Permite viajar pelo mundo em segundos, além de garantir um processo muito mais participativo dos alunos. Com isso, é possível estimular e explorar novas estratégias dentro da sala de aula. A esperança, é que até 2030 boa parte das instituições educacionais já estejam imersas nessa tendência. Com isso, a dúvida que fica é: como a tecnologia deixa a escola mais atrativa para todos?

Tecnologia como um novo conceito na educação.

Usar técnicas e métodos diferentes, ajuda no crescimento dos alunos e aprimora suas habilidades intelectuais. Por isso, a tecnologia é tão importante no aprendizado. Com ela, ele pode acontecer em qualquer lugar e a qualquer hora. Não existem barreiras, é como se o mundo todo coubesse dentro de uma sala da aula.

Uma maneira de entrar no mundo do aluno que já convive com a tecnologia, é através de tablets, computadores, aplicativos e jogos. Falar a língua do aluno, ajuda a gerar mais interesse e atenção nos assuntos em sala de aula. Quando temos essa quebra do ensino tradicional, os alunos mostram mais interesse nas aulas. O que amplia tanto o conhecimento dos alunos como dos professores.

Aquele método antigo no qual o professor só fica falando e falando, não deixa espaço para que tenha uma participação real do aluno. O uso da tecnologia, quebra essa barreira social e faz com que os alunos interajam mais entre si e com os professores. Ou seja, não é só o aluno que se beneficia com o uso da tecnologia na escola. Ela também é uma grande aliada no desenvolvimento dos professores. Pois, amplia e aprimora as suas competências e a qualidade das suas aulas.

O ensino híbrido é a nova tendência de tecnologia na escola.

O conceito de ensino híbrido foi muito citado com a pandemia, pois é uma metodologia que mistura o off-line com o on-line. O objetivo desse ensino é que um modelo complete o outro. Dessa maneira, promovendo uma aprendizagem melhor, motivadora e personalizada. E assim, tornando as atividades escolares mais dinâmicas.

Nesse caso, as tecnologias complementam o aprendizado em sala de aula com diferentes ferramentas. Assim, faz com que o aluno vá atrás, pesquise e desenvolva uma maior compreensão dos conteúdos.

Para ter o Ensino Híbrido na sua escola, é preciso realizar mudanças na infraestrutura, no currículo e na formação dos professores. É preciso também, ter os recursos tecnológicos que permitem o ensino virtual de forma completa. Bem como, saber usar o on-line e off-line como complementares e interagir uma com a outra. De fato, é preciso investir. Mas, vale a pena! Pois, enriquece muito o aprendizado e dá retorno para a escola.

Quer saber mais sobre inovação na escola? Também temos um post super legal falando mais sobre as principais tendências. É só clicar aqui.

Lembre-se de pensar os seus espaços.

Com o investimento de ambientes e projetos de tecnologia na sua escola, você fortalece a sua instituição. Além disso, passa uma imagem inovadora e moderna para a sua comunidade escolar.

Para que os jovens de fato aprendam, é essencial que o ambiente seja adequado. Precisa ser um espaço acolhedor e convidativo. Para que a criança e o adolescente se sintam confortáveis de estar ali. As mesas, que antes eram colocadas em fileiras, são substituídas por mesas maiores onde os alunos conseguem interagir entre si. O uso de pufes, arquibancadas e até um chão acolchoado, deixa o ambiente mais dinâmico e confortável.

Usando a tecnologia na sua escola, você reforça o papel de mudança da sociedade. Além de ajudar na construção de um país melhor, mais inovador, criativo e em constante avanço. É preciso sempre construir um novo olhar para a educação. Pois ela transforma e nos torna os seres humanos que somos hoje em dia.

Escola acessível

Escola acessível: primeiro passo para um ensino inclusivo.

Ainda hoje, temos vários estabelecimentos que não são acessíveis. E, nas instituições de ensino, não poderia ser diferente. A escola acessível já deveria ser uma realidade. Afinal, investir em inclusão não é só um benefício para instituição, mas, principalmente, para os seres humanos que precisam de acessibilidade e inclusão. Além disso, também nos ajuda a aprender a lidar com pessoas no nosso dia a dia que possuem necessidades diferentes da nossa. É preciso normalizar essa realidade no nosso cotidiano. Pensando nisso, como podemos tornar tudo isso realidade?

Os desafios da acessibilidade.

Muito gente acha que acessibilidade é um assunto chato e que já deu o que tinha que dar. Entretanto, precisamos desmistificar isso. Pois, acessibilidade não é só sobre pessoas deficientes, mas também qualquer tipo de pessoas com alguma limitação física temporária, gestantes, idosos, mães com crianças de colo.

Existe uma legislação, a NBR 9050, que estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural, e de edificações às condições de acessibilidade, que abrange vários assuntos, desde ergonomia, acessos e escadas até transportes públicos. Além disso, existe o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que determina como elas devem ser tratadas pelo restante da sociedade, visando sua cidadania e inclusão social.

Inclusão na escola é sempre a melhor opção!

É necessário refletir sobre o assunto. Está subentendido na nossa cabeça que, a pessoa com deficiência, é só a que usa muleta ou cadeira de rodas. Mas na verdade, ela pode acometer qualquer tipo de pessoa. Acessibilidade não é só sobre pessoas deficientes, mas também qualquer tipo de cidadão com alguma limitação física temporária, gestantes, idosos, mães com crianças de colo, por exemplo. Imagina uma gestante que precisa utilizar um banheiro público, porém ele é minúsculo? Ou um estabelecimento onde o único acesso é uma escada grande, dificultando acesso para alguns idosos, deficientes e pessoas com limitações físicas. Os cenários são bastante diversos.

Quando voltamos para o nosso universo da Arquitetura Escolar, você, gestor, que vai receber na sua escola não só alunos – deficientes ou não -, mas mães gestantes, avós que muitas vezes levam os netos para a escola. Então, como que você vai receber essa população, como que eles irão vivenciar o espaço da sua escola, se ela não for acessível? É muito importante pensar sobre isso, e como arquitetas, precisamos pensar desde a calçada até o interior do prédio.

A questão é que acabamos, muitas vezes, esquecendo dessas pessoas nos nossos projetos e isso é muito sério. Como arquitetas e urbanistas, precisamos sempre apresentar soluções e opções para os clientes, até mesmo aqueles que acabaram não incluindo isso nas ideias iniciais. É nosso dever presar pela cidadania de todos e tomar posição a favor de mudanças que só tendem a ser positivas.

Acessibilidade é um reflexão diária.

Uma experiência interessante, é você se colocar no lugar dessas pessoas e caminhar por espaços do seu próprio dia a dia e pensar: uma pessoa com cadeira de rodas passaria aqui com facilidade? E um deficiente visual? Seria seguro para eles transitar por esses espaços? Diante disso, você começa a perceber que, até os pequenos obstáculos, podem ser montanhas para outras pessoas, pois a gente não tem a mínima noção de como é difícil circular pela cidade.

Esse post é para gerar reflexão, ao invés de dar uma receita de como deixar o seu espaço mais acessível. Principalmente para quem é arquiteto e urbanista ou gestor de uma escola. E, após essa leitura e voltando para a pergunta do título “por que construir uma escola mais acessível?”, acaba que ela se responde sozinha.

estudantes andando ao ar livre, natureza

Biofilia nas escolas, você sabe o que é isso?

De tempos em tempos palavras da moda surgem no universo da arquitetura e invadem as redes sociais: apartamento garden, varanda gourmet, conceito aberto, arquitetura sustentável… Muitas vezes nos deparamos com estes termos sendo usados somente como ferramenta de marketing e então eles perdem totalmente o sentido de existir e não tem qualquer cabimento. Ultimamente uma nova palavra tem aparecido e chamado atenção: a biofilia, mas você sabe o que é biofilia nas escolas?

Vamos começar do princípio. 

No último século a população mundial vem migrando do campo para as cidades. De acordo com dados da ONU, cerca de 55% da população mundial já vive em áreas urbanas, até 2050 este número deve atingir a marca de 70%. Com isso temos o afastamento do ser humano dos ambientes naturais e o aumento do chamado “transtorno de déficit de natureza”.

Aliado a isso, passamos mais de 90% da nossa vida em ambientes fechados. Este número é altíssimo e pensando nisso é fácil concluir que precisamos cuidar melhor dos ambientes que vivemos: nossa casa, nosso local de trabalho, nossos espaços de entretenimento e nossas escolas.

Este estilo de vida tem criado a “Indoor generation”. O termo tem sido utilizado por estudiosos para definir crianças e adolescentes que cada dia menos tem respirado o ar puro, visto a luz do sol e mantido contato com o verde. 

Temos então uma receita bomba: aumento da população urbana + alta permanência em ambientes fechados = ausência de contato com a natureza, e o que esta equação pode nos causar?

De acordo com o pesquisador Richard Louv, criador do termo transtorno de déficit de natureza e que tem investigado o assunto desde a década de 90, a nossa vida moderna tem produzido uma geração de jovens e crianças com problemas de obesidade, hipertensão, depressão, transtornos de atenção e até problemas cognitivos.

Esta introdução é importante para que possamos voltar, então, à biofilia.

Biofilia vem do grego e significa literalmente “amor pela vida”, este termo foi popularizado pelo biólogo Edward Wilson em seu livro “Biophilia” lançado na década de 80.

Fonte da imagem: Amazon

Para Wilson, o ser humano tem uma relação inata com a natureza e este amor pela natureza é transmitido de geração para geração. Ou seja, a biofilia é hereditária, ela está nos nossos genes, portanto, precisamos dela.

Baseados no conceito desenvolvido por Wilson e impulsionados pelas descobertas feitas por Louv, arquitetos tem buscado incorporar em seus projetos conceitos da biofilia. Isto se dá a fim de aproximar o ser humano aos elementos naturais.

E como isso se aplica no ambiente escolar? Como usar a biofilia nas escolas?

Trouxemos aqui algumas diretrizes que podem ajudar a sua escola a ter um ambiente mais humano, mais ligado à natureza e que, certamente trará muitos benefícios à sua comunidade.

1. Utilização de materiais naturais

Fonte da imagem: Archdaily – Escola Infantil Beelieve

Quando aplicamos materiais que remetem à natureza em ambientes fechados trazemos a sensação de acolhimento e de pertencimento ao espaço.

Geralmente a madeira é o primeiro material que nos vêm à cabeça. Isso porque sua aplicação é versátil (revestimentos de pisos, paredes, forros ou execução de móveis), além de ser um material comumente usado na construção civil e ao qual já estamos muito acostumados.

Entretanto, há outros materiais que podemos aplicar nas nossas escolas, como as pedras. Existem inúmeros tipos de rochas no mercado e elas podem ser utilizadas tanto em ambientes internos quanto em externos, em pisos ou revestimentos de muros e paredes.

O bambu é um outro exemplo de material que podemos incorporar nos projetos de escolas. Ainda pouco utilizado no Brasil, o bambu é muito comum em obras na Europa e na Ásia. Por ser um material de renovação rápida o bambu tem sido muito utilizado como alternativa à madeira, inclusive em estruturas de edifícios e é muito valorizado na biofilia.

2. Presença de água nos espaços

Esta nem sempre é uma solução de biofilia fácil de adotar, mas é possível pensar em algumas alternativas.

Um aquário pode ser uma saída para quem tem pouco espaço. Ele pode estar na área da recepção ou em algum espaço comum em que haja bastante circulação de pessoas.

Uma cortina de água também é uma ótima alternativa. Além de ocupar pouco espaço, a circulação de água cria sons que remetem ao relaxamento. 

Para quem tem mais espaço, espelhos d´água ou pequenos lagos se mostram muito eficientes, além de propiciar o equilíbrio da umidade do ar, há a oportunidade de criar um microclima com animais, como peixes e tartarugas, e promover a interação das crianças com estes.

3. Ventilação natural

A ventilação natural é uma das premissas da arquitetura bioclimática. Já falamos de sua importância nos artigos sobre a pandemia do corona vírus (você pode ler aqui) e ela retorna neste artigo sobre a biofilia.

Com o tempo fomos substituindo as aberturas para o exterior por sistemas de ventilação mecânica em quase todos os edifícios que frequentamos, nas escolas isso não é diferente.

Ambientes sem troca de ar com o exterior propiciam a contaminação do espaço por fungos e bactérias (veja este artigo que escrevemos sobre o uso do ar condicionado) e facilitam a proliferação de doenças. 

Além disso, as janelas são a passagem que nos conecta com a percepção da temperatura externa, a intensidade do vento, o ruído dos pássaros, ou seja, promove a integração do dentro com o fora e mostra a todos a presença de vida.

Fonte da imagem: Archdaily – Escola Infantil Beelieve

4. Iluminação natural

Também sempre reforçamos por aqui a importância da iluminação natural no ambiente escolar. 

Dentro do conceito de biofilia, a iluminação natural nos permite observar a passagem do tempo, a identificação da mudança de horário durante o dia e a percepção da transformação da intensidade da luz durante a passagem das horas.

Esta também é uma forma de se conectar à natureza de uma forma mais sutil, mas muito eficiente e que traz a compreensão inconsciente do ciclo do dia.

5. Integração com o verde

Talvez este seja o ponto mais óbvio e mais importante dentro da biofilia para as escolas: a incorporação de plantas ao desenho do espaço. Além de aumentar o verde na escola, estas ações atraem pequenos animais (pássaros, joaninhas, borboletas,etc) que pode gerar um pequeno e rico ecossistema.

Esta integração pode acontecer de diferentes formas:

Criação de jardins

Qualquer pequeno espaço do terreno pode ser transformado numa área verde, o importante é o aproveitamento máximo deste ambiente e a escolha de espécies que terão bom desenvolvimento naquela área.

Melhor aproveitamento dos pátios existentes

Se a sua escola já tem áreas abertas que tal crescer o seu potencial de ligação com a natureza? Além do aumento do número de plantas, certamente a diminuição e substituição de pisos impermeáveis também é uma ótima alternativa.

É possível trocar parte daquela grande camada de concreto por areia, pedra, terra, cascalho, grama ou forrações que façam com que seus alunos tenham percepções de diferentes texturas e um ambiente muito mais rico para ser explorado.

Nos parques infantis a utilização de brinquedos de madeira é bem-vinda. Um terreno com pequenos obstáculos como morrotes ou tocos de madeira podem propiciar uma vivência mais intensa do espaço.

Criação de uma horta ou de um pomar

criança plantando uma horta

O contato direto com a terra é definitivamente um grande diferencial que a sua escola pode oferecer. As crianças têm cada dia menos oportunidades de experimentar o cuidar, e ter uma horta pode propiciar isso. Sem falar que a horta serve como ambiente para aulas tanto de pequenos quanto dos maiores. Nela é possível ensinar a cultivar, ensinar alimentação saudável, ensinar biologia e até matemática. Portanto, é um espaço que, quando bem explorado, funciona como uma ótima sala de aula.

Implantação do verde dentro dos espaços

Esta é a decisão mais fácil de se tomar para implantar a biofilia na sua escola. Certamente em algum espaço da sua escola cabe uma parede verde, um canteiro, uma floreira, uma planta pendurada… Qualquer uma destas iniciativas já pode dar outra cara a um ambiente sisudo e sem graça. E o melhor, com um investimento relativamente baixo e rapidez de execução.

O impacto gerado pela biofilia nas escolas certamente será notado em seus alunos.  A aproximação com elementos naturais aumenta a concentração, promove a criatividade e ajuda no bem-estar de todos.

Acreditamos que a ligação das crianças com os ambientes externos é de extrema importância no seu desenvolvimento. Portanto, em nossos projetos valorizamos ao máximo as áreas externas e sempre indicamos que elas sejam utilizadas também como espaços de aprendizado.

Temos certeza que a biofilia é muito mais do que uma palavra da moda. Se você quer incorporá-la ao ambiente da sua escola, pode contar conosco.

pisos-para-escolas-como-escolher-o-certo

Pisos para escolas: como escolher o certo

Na hora de construir ou reformar uma escola é muito comum surgirem dúvidas sobre os melhores acabamentos de piso a serem aplicados. São tantas opções no mercado e tantas novidades que a decisão fica difícil e nem sempre é a mais acertada. Aprenda neste post como escolher os melhores tipos pisos para escolas.

Como qualquer outro ambiente comercial, as escolas precisam de pisos que sejam duráveis, tenham uma manutenção simples e que sejam esteticamente agradáveis. Entretanto, há um ponto a mais que não pode ser ignorado: a segurança, e se estamos falando de berçários e escolas de educação infantil a atenção a este ponto deve ser redobrada.

Diante de tantos detalhes e opções algumas dicas que facilitam a escolha de pisos para escolas:

1 – Analise a faixa etária das pessoas que utilizarão aquele espaço.

Pensar somente na estética pode ser um erro fatal na hora de escolher um piso. A idade dos alunos que frequentarão o espaço é um dos fatores que influenciam diretamente na hora da decisão de compra. Se estamos falando de bebês de até 3 anos os pisos que oferecem conforto ao engatinhar, rolar e iniciar os primeiros passos são os melhores. Quando falamos de crianças e adolescentes a resistência ao uso intenso e a facilidade de limpeza não podem ser esquecidas.

2 – Áreas externas precisam de pisos especiais.

No geral vemos mais dúvidas de gestores quando falamos de pisos para áreas externas. No mercado encontramos muitos pisos que se dizem antiderrapantes, mas que na verdade quando em contato com a água se tornam verdadeiras armadilhas.

Em playgrounds sempre indicamos os pisos de borracha (monolíticos ou em placa). Seu custo é um pouco mais elevado, mas tem grande durabilidade e segurança garantida.

Para áreas de circulação externa existem ótimas opções de porcelanatos e pisos cerâmicos de diversas cores e padrões. Para escolher um piso que realmente seja antiderrapante é importante ficar atento à classificação da ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, que define onde cada revestimento pode ser utilizado de acordo com o seu desempenho.

Não acredite no que os vendedores te empurram e fuja dos pisos “antiderrapantes” que ficam nas pilhas de promoções em frente aos grandes Home Centers.

3 – Antes de comprar: orce e compare.

A compra por impulso pode ser o seu pior inimigo na hora da escolha do revestimento. Fazer um projeto antes garante que você tenha esgotado as possibilidades e facilita o seu processo de decisão.

Veja o produto. Ele realmente atende à todas as suas necessidades? Entenda como funciona a garantia e manutenção oferecidas pelo fabricante e pelo instalador.

Muitas vezes “excelentes oportunidades” podem camuflar pisos que não funcionam para o que você precisa. Muitos pisos que parecem bons e bonitos podem ter baixa qualidade.

4 – Cuidado com a instalação.

É comum fazer a escolha certa do piso e depois sofrer por conta de uma instalação malfeita.

O profissional que for executar o serviço precisa saber como trabalhar com o material. Além de alertar para problemas futuros que possam acontecer por conta de uma base mal executada, ou de uma instalação feita fora do tempo correto, por exemplo.

Pisos assentados com colas a base de água não podem ser colocados em contrapisos ainda molhados, com o tempo eles descolarão e todo o investimento será perdido. Pisos rígidos pedem contrapisos firmes que não se esfarelem com o passar do tempo e causem a quebra das peças. Pisos de grandes formatos devem ser colocados sobre bases bem niveladas.

Estes cuidados garantes a durabilidade e a beleza dos revestimentos, bem como a segurança dos alunos, pais e funcionários.

Como todo o processo de compra a escolha dos pisos exige planejamento. Mais tempo analisando as necessidades da escola e possibilidades que o mercado oferece, economiza dores de cabeça e frustações futuras.

O auxílio de bons profissionais em todo o processo é muito importante. Livra o gestor de grandes ciladas, além de pegadinhas da moda.

Esse artigo da nossa arquiteta Claudia Mota foi postado primeiro na Direcional Escolas.

Quer ajuda do Ateliê para escolher o melhor piso para sua escola? Entre em contato conosco.

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5 Atividades sensoriais para berçário que estimulam os bebês

Bebês estão sempre em fase de desenvolvimento, sempre estão aprendendo com tudo ao seu redor. Atividades sensoriais são feitas para que bebês aprendam a ser mais sensíveis em relação à absorção de conhecimento. Conheça 5 atividades sensoriais que podem ser praticadas em berçários para ajudar a desenvolver os bebês.

Pesquisas recentes sugerem que o ambiente é muito influenciador no desenvolvimento da personalidade humana. Isso aponta uma necessidade muito grande de estimular o bebê positivamente em diversos aspectos, principalmente nos aspectos sensoriais.

É na primeira infância (do nascimento até mais ou menos 5 anos) que a criança absorve absolutamente tudo à sua volta, e o cérebro começa a fazer a maior parte das sinapses. E essa ativação de neurônios acontece justamente através da exploração dos 5 sentidos. Por isso, é muito importante considerar a criação de uma sala de estímulos para bebês quando se trata da criação de um berçário. O ambiente deve ser acolhedor e ao mesmo tempo instrutivo, com atividades sensoriais, para que as crianças se desenvolvam com muito carinho e amor.

1. Garrafas sensoriais

Garrafas sensoriais são uma ótima ideia para quem pretende realizar atividades sensoriais! Isso porque muitas vezes elas podem estimular muito mais que um, dois ou três sentidos! Para fazê-la é necessário apenas uma garrafa PET comum e brinquedos/objetos que sejam coloridos, barulhentos ou até mesmo gostosos de se tocar.  A atividade começa quando colocamos esses objetos dentro da garrafa, e a partir dai a imaginação é a melhor aliada para divertir o bebê. A garrafa pode ser usada de chocalho; pode surpreender o bebê com o surgimento de diversos objetos estranhos e divertidos; pode servir como aliada para o desenvolvimento psicomotor, enfim: uma grande quantidade de atividades a partir de uma só!

(foto do site www.tempojunto.com)

2. Bolas de algodão e papel contact

Outra atividade sensorial muito legal para os bebês é o uso de papel contact para que as crianças brinquem com bolinhas de algodão coloridas (vendidas em farmácias).  Para fazer é só colar o papel contact com fita adesiva na parede, com a cola virada para fora. Elas podem colar as bolinhas ao longo do papel contact, desmontá-las, montá-las novamente. Assim o bebê estimula seu tato, e sua visão. Uma ideia pode ser colocar o papel contact em uma altura que estimule os bebês à ficarem em pé.

(foto do site www.tempojunto.com)

3. Tamborzinho com latinhas de metal

O sentido auditivo também deve ser estimulado! Para isso é necessário apenas uma latinha de metal, como por exemplo as de leite em pó, chocolate em pó etc. Você pode explorar uma quantidade de grãos ou bolinhas para colocar dentro da lata e produzir barulho. Para finalizar a latinha, recomenda-se o uso de um bexiga cortada, de forma à usar o plástico, preso com uma fita crepe, para tampar a lata e trazer mais curiosidade ao seu bebê.

(foto do site www.tempojunto.com)

4. Quadro sensorial

Uma atividade sensorial que estimula bastante o tato é o quadro sensorial, que é bem simples de se fazer.  É preciso apenas alguma superfície mais concreta, como por exemplo uma parede, um quadrado de madeira ou papelão. A intenção é colar uma série de panos, tecidos e objetos com texturas diferentes e curiosas. Isso irá aguçar a curiosidade do bebê, que entra em contato com o brinquedo pela não familiaridade com os diversos tipos de textura. Em um berçário, a sala de estímulação para bebês deve ser inteira sensorialmente estimulante e cheia de texturas: desde os pisos escolhidos, os brinquedos até as paredes. Confira aqui como montar uma sala de estímulos com todos esses elementos!

(Quadro sensorial feito por Ali Leonard)

5. Caixa de surpresas

Uma brincadeira bem tradicional, que entretém os bebês há décadas. A caixinha de surpresas é uma atividade que envolve uma caixa, podendo ela ser de madeira, papelão, ou qualquer outro material, com furos e encaixes em diversos tamanhos. A tarefa do bebê se resume à colocar na caixa objetos que se encaixam nos buracos feitos, aprendendo a a ter noção de tamanho, forma. Outro aprendizado construído a partir dessa brincadeira é o mesmo da garrafa sensorial, pois o bebê aprende que mesmo não sendo possível ver determinados objetos, pois estão dentro da caixa, eles ainda existem.

(foto do site www.mildicasdemae.com.br)

 

As atividades sensoriais são muito importantes para a construção do ambiente do berçário. É nele que as crianças passaram suas tardes disponíveis, sendo necessário que elas se divirtam e trabalhem em suas atividades cognitivas. Esse é o papel fundamental de toda criança!

Abraços e até o próximo post!